Biografia

Livros de Whitehead, Colson

O reformatório Nickel – vencedor do Prêmio Pulitzer 2020

Conforme o movimento pelos direitos civis alcança os negros de Frenchtown, na segregada Tallahassee, Elwood Curtis leva as palavras de Martin Luther King em seu coração: ele é “tão bom quanto qualquer outro”. Abandonado pelos pais, mas mantido na linha pela avó, Elwood está prestes a se matricular na faculdade para negros da região. Porém, para um garoto negro no Sul dos Estados Unidos no início dos anos 1960, um erro inocente é suficiente para destruir seu futuro. Ele é sentenciado a um reformatório chamado Nickel, que oficialmente diz promover “desenvolvimento físico, intelectual e moral” para que seus internos se tornem “homens honrosos e honestos”.
Na realidade, o reformatório Nickel é uma grotesca câmara de horrores onde os sádicos funcionários batem e abusam sexualmente dos estudantes, onde oficiais corruptos roubam comida e suprimentos e onde qualquer menino que se rebele corre o risco de desaparecer. Perplexo por se encontrar em um ambiente tão corrompido, Elwood tenta se apegar à ressonante afirmação de Martin Luther King: “Podem nos colocar na cadeia, e ainda amaremos vocês.” Seu amigo Turner, no entanto, pensa que ele é inocente demais, que o mundo é torto e que a única forma de sobreviver é fugir e evitar problemas.
A tensão entre os ideais de Elwood e o ceticismo de Turner os leva a uma decisão cuja repercussão vai ecoar por décadas. Eles têm duas opções: fugir ou acabarem no cemitério onde os outros meninos que tentaram fazer algo contra as autoridades do reformatório se encontram. Entre os detalhes desumanos e indizíveis das leis Jim Crow, que coloca os negros à mercê das decisões racistas dos brancos, o destino desses meninos será determinado pelo que eles aguentaram no Nickel.

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A intuicionista

São tempos de calamidade no Departamento de Inspeção de Elevadores de uma grande metrópole, e Lila Mae Watson, a primeira mulher negra inspetora de elevadores da história do departamento, está no centro de tudo. O departamento é formado por dois grupos rivais: Os Empiristas, que trabalham de acordo com as regras, cuidadosamente verificando se não há estriamentos nos cabos de guincho e coisas afins; e os Intuicionistas, que são simplesmente aptos a entrar no elevador em questão, meditar e intuir se há algum defeito.Lila Mae é uma Intuicionista, e tem o maior grau de precisão de toda a equipe. Mas quando um elevador entra em queda livre em seu turno, o caos é estabelecido. É ano de eleições na Associação dos Elevadores, e nada melhor para os Empiristas do que a culpa recair sobre uma Intuicionista. Mas Lila Mae nunca erra. “Engenhoso e completamente original… Reputações literárias nem sempresobem e descem tão previsivelmente quanto elevadores, mas se há algumajustiça no mundo da ficção, a reputação de Colson Whitehead deve ascenderpara os andares mais elevados.”  THE NEW YORK TIMES    “A prosa de Whitehead é graciosa e frequentemente lírica,e seu submundo dos elevadores é uma criação complexa e afetuosamenteconcretizada.”  THE NEW YORKER Em uma cidade cheia de arranha-céus que é uma mistura da engenhariado século XXI com as políticas clientelistas do século XIX, os elevadores são a expressão tecnológica do ideal vertical e Lila Mae Watson, a primeira mulher negra inspetora de elevadores da cidade, é o símbolo reprimidoda mobilidade ascendente.   Quando o elevador Número Onze do recém-inaugurado Edifício MemorialFanny Briggs entra em uma queda livre mortal apenas horas depois de Lila Mae ter se desconectado dele usando o controverso método “intuicionista” de determinar a segurança de elevadores, tanto os Intuicionistas quanto os Empiristas reconhecem a armação, mas ambos parecem dispostos a deixar a culpa recair sobre Lila Mae em um ano eleitoral.   A intuicionista, romance de estreia do vencedor do Pulitzer 2017 Colson Whitehead, é uma inteligente e versátil crítica social – principal marca de suas obras.

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The Underground Railroad

, “Você não vai conseguir parar de ler.” – Oprah Winfrey, “Um dos livros mais aguardados do ano.” – The Washington Post, “Quase alucinatório, com ecos de , de Toni Morrison, , de Victor Hugo, , de Ralph Ellison, e pinceladas emprestadas de Jorge Luis Borges, Franz Kafka e Jonathan Swift.” – The New York Times,  , Cora não consegue imaginar o mundo que há além da fazenda de algodão ― e nem poderia. Das poucas coisas que lhe era permitido saber, ela sabia que a Geórgia não era um estado amigável para fujões. As cores do sangue derramado e o som dos gritos dos escravos eram claros na sua mente, e seus sonhos eram habitados pela angústia de suas companheiras de senzala., Em uma alma sedenta por liberdade, qualquer convite para ver o mundo além das cercas parece uma fonte cristalina. Cora não sabia dos segredos que se escondiam nas veias de seu país. Até que Caesar, um jovem escravo, contou-lhe sobre a ferrovia subterrânea que os levaria até os Estados Livres, onde não há mais escravidão. Cora terá que atravessar os Estados Unidos e enfrentar terríveis desventuras. Mas nada pode conter sua coragem para transgredir as condições que lhe foram impostas – ela fará de tudo para ser livre.

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