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O ano do pensamento mágico

“Após terem visitado sua única filha, Quintana, internada depois de sofrer de pneumonia seguida por um choque séptico, Joan Didion e seu marido, o escritor e diretor John Gregory Dunne, sentam-se para jantar. A noite é interrompida quando John sofre um ataque cardíaco fulminante, colocando fim na parceria de quarenta anos com Didion. Dois meses depois, Quintana se recupera – apenas para sofrer um colapso no aeroporto de Los Angeles e passar por seis horas de cirurgia para remover um hematoma cerebral.Em , Joan Didion explora uma experiência pessoal e, ainda assim, universal: o retrato de uma vida em comum que termina abruptamente, os bons e os maus momentos de um casamento e da maternidade, capaz de emocionar qualquer pessoa que já amou um cônjuge ou uma criança. ”

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Preta potência

Criada por Adriana Barbosa em 2002, hoje a Feira Preta é o maior evento de cultura e empreendedorismo negro da América Latina, reunindo anualmente milhares de pessoas interessadas em valorizar e empoderar produtores e artistas negros em meio a muita música e dança. Este livro conta a história das inúmeras lutas travadas diariamente para a realização desse sonho, não só por Adriana, mas por milhares de pessoas. Uma história que começa lá atrás, na época da escravização, e envolve uma imensa coletividade engajada em dar visibilidade e força a um povo que o Brasil insiste em subjugar. Povo que encontra, na Feira Preta, tambémum ambiente de celebração de sua ancestralidade, de sua cultura, de sua identidade, de sua raça.

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Três Mulheres

O LIVRO MAIS COMENTADO DO ANO, , , , , , , ,

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Blue nights

Blue Nights tem início em 26 de julho de 2010, com a lembrança de Joan do mesmo dia, sete anos antes, quando sua filha Quintana Roo se casava em Nova York. Os jasmins em sua trança, sua tatuagem transparecendo sob o tule, os colares havaianos – detalhes simples que desencadeiam memórias vívidas da infância da jovem em Malibu, em Brentwood e na escola em Holmby Hills. Entre lembranças tocantes e, em alguns casos, dilacerantes, a escritora analisa seus próprios medos, angústias e dúvidas e, ao fazê-lo, compara sua vida ao período das chamadas noites azuis – ‘o oposto do declínio da claridade, mas também seu aviso.’

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Mulheres e deusas

Fortes, intrigantes, resistentes. Os mitos femininos ao longo dos séculos contam um pouco acerca de todas as mulheres. Suas histórias não são diferentes do que vemos hoje: são contos de amor, beleza, ciúme, dominação, revolta. Em mundos governados por homens, as divindades e personagens míticas femininas levantaram as vozes para se impor e conquistar seus espaços.  E m Mulheres e deusas, o filósofo Renato Noguera explora as narrativas míticas gregas, iorubás, judaico-cristãs e guaranis a partir de um lugar de fala masculino baseado num diálogo entre pontos de vista femininos e masculinos. Com linguagem acessível, Noguera propõe uma reflexão sobre as emoções e tensões dos lugares reservados ao gênero feminino na sociedade, que nem sempre é “cor-de-rosa” e confortável. Mulheres e deusas é uma oportunidade de experimentar as “vidas” dessas figuras e entendê-las como espelho das mulheres reais.  O  que as deusas e as figuras míticas femininas têm a nos dizer? O que podemos absorver das histórias de Atena, Oxum, Liríope, Eva e Naiá? Em Mulheres e deusas, Renato Noguera propõe analisar os povos grego, iorubá, judaico-cristão e guarani partindo das histórias dessas personagens. As narrativas apresentadas revelam muito sobre a relação humana do mundo exterior com o interior e sobre as divisões de gênero e a construção das figuras de homem e mulher.  Com linguagem acessível e inclusiva, Mulheres e deusas explora a atualidade dos mitos para tentar compreender um pouco mais quem somos e como nossa sociedade se formou. Por meio dos arquétipos, podemos levantar questionamentos que digam respeito ao mundo contemporâneo, como as noções de sexualidade, casamento, beleza e trabalho. A maior proposta de Noguera é revisitar a realidade com um olhar feminino e mostrar o que as divindades ensinam sobre ser e se tornar mulher.   

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Coragem

Uma autobiografia reveladora e um manifesto empoderador – a voz de uma geração”Minha vida, como você vai ler, me levou de um culto ao outro, o maior culto de todos: Hollywood. CORAGEM é a história de como lutei para sair desses cultos e retomei as rédeas da minha vida. Eu quero ajudar você a fazer o mesmo.”-Rose McGowanROSE McGOWAN  se tornou uma das atrizes mais desejadas de Hollywood da noite para o dia quando foi “descoberta” nas ruas de Los Angeles. Mas o que seria um sonho se desdobrou em um inferno pessoal do qual a atriz reemergiu como um ícone feminista ao expor Harvey Weinstein e a misoginia sistêmica da indústria do entretenimento. Essa é a sua história.Ela fugiu de casa aos 13 anos e viveu de forma instável, morando e saindo das ruas intermitentemente até ser devorada por Hollywood e se encontrar repentinamente em um mundo estranho no qual ela estava continuamente à mostra. O estrelato logo se tornou um pesadelo de exposição e sexualização constantes.   Todos os detalhes de sua vida pessoal se tornaram públicos e as realidades de uma indústria inerentemente machista emergiam a cada roteiro, papel, aparição pública e capa de revista. A máquina de Hollywood a rotulou como uma gostosona, sequestrando sua imagem e identidade, apresentando-a como um produto a ser consumido, tudo em nome do lucro.   Hollywood esperava que Rose ficasse quieta, cooperasse e seguisse o caminho que fora indicado a ela. Em vez disso, ela se rebelou e impôs sua verdadeira identidade e voz. Ressurgiu sem roteiros nem desculpas, corajosa, controversa e sempre verdadeira. Liderando o movimento de denúncias de assédio sexual na indústria de entretenimento ao expor os crimes de Harvey Weinstein, Rose é hoje um dos rostos do movimento feminista e não hesita ao disparar verdades inconvenientes e exigir mudanças.  CORAGEM é seu livro de memórias em forma de manifesto cru, honesto e pungente – um relato sem censura nem piedade da ascensão de um ícone millennial, uma ativista sem medo e uma força de mudança imparável determinada a expor a verdade sobre a indústria do entretenimento, dissecar o conceito da fama, denunciar uma indústria multibilionária construída sobre a misoginia sistêmica.   

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Primeiro mataram meu pai

Filha de um oficial de alto escalão do governo, Loung Ung teve uma vida privilegiada na capital de Camboja, Phnom Penh, até os cinco anos de idade. Porém, em abril de 1974, o ditador Pol Pot assumiu o poder e liderou um dos regimes mais atrozes da história: o Khmer Vermelho. O exército invadiu a cidade, obrigando a família de Loung a fugir e, eventualmente, a se separar. Enquanto Loung se tornou uma criança-soldado, seus irmãos passaram a viver em um campo de trabalhos forçados. Primeiro mataram meu pai conta a jornada de Loung e de sua família durante esses anos terríveis. Contudo, este não é um mero relato sobre os horrores de uma ditadura. Sua história é o testemunho da força do espírito humano, capaz de manter a esperança e o amor vivos mesmo em meio à tragédia.

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Estrelas além do tempo

A história fenomenal das matemáticas negras que levaram o homem para a lua
Durante a Segunda Guerra Mundial, a incipiente indústria aeronáutica americana contratou matemáticas negras para suprir sua falta de mão de obra. Essas mulheres, conhecidas como “computadores humanos”, continuaram trabalhando para o governo e passaram a fazer parte da NASA em uma época em que vingava a segregação racial. Elas garantiram que os Estados Unidos ganhassem a corrida espacial contra a União Soviética e lutaram para realizar o sonho americano. Esta é a história delas, que chega também aos cinemas na adaptação cinematográfica estrelada por Taraji P. Henson, Janelle Monáe, Octavia Spencer, Kevin Costner, Kirsten Dunst e Jim Parsons.

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Rainha de Katwe

A INCRÍVEL HISTÓRIA DA GAROTA AFRICANA QUE CONQUISTOU O MUNDO DO XADREZ AGORA CHEGA AOS CINEMAS!
Nascida e criada em uma das favelas mais miseráveis da África, Phiona Mutesi chamou a atenção do mundo todo ao se tornar campeã nacional da Uganda com apenas quatorze anos de idade. Com essa vitória, teve a chance de competir nas Olimpíadas de Xadrez, o evento de maior prestígio do jogo. Lá, foi uma das primeiras mulheres de seu país a ganhar o título de Mestra do Xadrez. Tanto na vida quanto nos tabuleiros, Phiona demonstrou um talento impressionante de perseverar diante dos maiores obstáculos. Esta é a sua história, que está chegando também nos cinemas de todo o Brasil pelos estúdios Disney, estrelada pela vencedora do Oscar Lupita Nyong’o e pelo ator premiado David Oyelowo.
“Surpreendente.”
– The New York Times
“Phiona Mutesi é uma jovem estrela… Esta é uma história incrível.”
– Garry Kasparov, Grande Mestre e ex-campeão mundial de xadrez
“Emocionante. Um lembrete pungente do poder da esperança.”
– Kirkus Reviews

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