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A biblioteca dos ditadores

Durante o século XX, ditadores submeteram prosas mortais a audiências (literalmente) cativas em uma escala exorbitante. Eles publicaram obras teóricas, manifestos espirituais, coleções poéticas, memórias e até mesmo livros de ficção. Armado com nada além de um humor sombrio e perspicaz, Daniel Kalder embarca em uma jornada pela literatura para descobrir o que os tomos dos maiores totalitaristas da história contemporânea revelam sobre a alma ditatorial. Começando pelo espantosamente vil Minha luta e passando pelo Livro vermelho escrito pelo ex-bibliotecário Mao Tsé-Tung, ele chega até as surpreendentes façanhas atuais da dinastia Kim.  é um livro inesquecível sobre o poder da escrita.

R$54,90

1942 : O Brasil e sua guerra quase desconhecida

Passados mais de setenta anos, a Segunda Guerra Mundial ainda é um assunto que fascina milhares de pessoas ao redor do mundo. O Brasil não é diferente. Por isso mesmo pode ser surpreendente que a participação do país no conflito seja ignorada pela maior parte da população. É para preencher essas lacunas na história brasileira que João Barone, consagrado baterista da banda Os Paralamas do Sucesso, apresenta 1942 – O Brasil e sua guerra quase desconhecida. Nesta nova edição ampliada, Barone, cujo próprio pai foi um pracinha, traz textos e fotos extras que iluminam ainda mais o passado da Força Expedicionária Brasileira e fazem do seu livro um documento indispensável para entender a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial.”1942 é fundamental para quem quiser conhecer o assunto.” –  Jô Soares”Barone oferta aos leitores esse livro repleto de aventura, ação e reflexão, num momento em que o país pegou em armas e lutou do  lado certo.”  Eduardo Bueno, Peninha ,  jornalista  e historiador  “João Barone realiza um trabalho de relevo no resgate da memória dos pracinhas, sensível aos anônimos e mais vulneráveis que se tornaram heróis numa guerra assimétrica  e cruel.” –  Marco Lucchesi , presidente da ABL”O que se narra aqui não é apenas o relato da participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial. Apesar de o livro servir também como narrativa histórica impecável – e os historiadores que se cuidem, pois um baterista da linha de frente do rock brasileiro decidiu se entrincheirar pelo terr itório inconstante da História –, o que se revela é a odisseia particular de um filho em busca do pai.” –  Tony Bellotto , músico e escritor”Faça como o João Barone, não esqueça a Segunda Guerra Mundial. Somos filhos dela, independente de nossas idades.” –  Alberto Dines , jornalista e escritor”Este livro se ergue, como filho nos ombros do pai, contra um inimigo abominável – oponente mais letal que o chumbo, mais destrutivo que a pólvora, mais humilhante que a derrota, mais ultrajante que a mentira, mais injusto que a ingratidão, mais irremediável que a morte –, este livro se ergue, memória de um pai nos ombros do filho, e diz não ao mais vil dos demônios:  esquecimento. Depois de vencer o nazifascismo, a guerra não acabou para os pracinhas brasileiros – seus descendentes travam a luta contra as trevas do oblívio.” – Pedro Bial”Explicar a importância e o sacrifíciodos soldados brasileiros durante a Segunda Guerra não é tarefa simples. Com clareza e conhecimento transmitidos em narrativa envolvente, Barone consegue cumprir a missão.” –  Marina Amaral , colorista de fotos

R$34,90

Histórias não (ou mal) contadas ; Escravidão, do ano mil ao Século XXI

VOCÊ SABIA QUE… 1,25 MILHÃO DE EUROPEUS BRANCOS  foram escravizados por corsários do norte da África, entre 1530 e 1780?    22 MILHÕES DE RUSSOS  viviam em condições análogas à escravidão até a abolição da servidão em 1861?    2,5 MILHÕES DE MULHERES  em todo o mundo são vítimas do tráficoe da exploração sexual, que envolve bilhões de dólares anualmente?    O PAI DE ALEXANDRE DUMAS,O AUTOR DE OS TRÊS MOSQUETEIROS,  era um celebrado general francês negro e filho de uma escrava?Quando o tema é escravidão, duas grandes inverdades são repetidas com frequência. A primeira é que ela tenha se restringido a uma determinada etnia; a segunda é que tenha acabado. Em Histórias não (ou mal) contadas: escravidão, do ano 1000 ao século XXI, o historiador Rodrigo Trespach revela ao leitor fatos pouco conhecidos sobre os múltiplos povos que foram e continuam sendo escravizados e explorados de diversas formas ao redor do mundo.Sempre com extensa pesquisa e linguagem clara e acessível, o autor faz uma leitura original da escravatura ao longo de mais de mil anos, trazendo à luz fatos históricos pouco conhecidos, como o papel das comunidades religiosas na dominação de vários povos, o casamento infantil e os 45 milhões de pessoas que, ainda hoje, são vítimas de algum tipo de escravidão, de ponta a ponta do globo terrestre.   

R$39,90

As mulheres do castelo

Ao eclodir a Segunda Guerra Mundial, Marianne von Schneesingen retorna para o grande castelo, agora em ruínas, no qual ela era a anfitriã de bailes para a alta sociedade alemã. Viúva de um opositor ao regime nazista, Marianne prometeu que seria a protetora de todas as mulheres cujos maridos morreram para lutar contra Hitler, tornando sua missão abrigá-las nesta imensa fortaleza. Primeiro, ela salva Benita, a viúva de seu amigo de infância, da escravidão sexual imposta pelo exército russo, e Ania, uma mulher que vivia nos terríveis campos de trabalhos forçados para prisioneiros políticos. Em vão, Marianne tenta construir uma nova família para si mesma a partir dos destroços do movimento de resistência de seu marido, certa de que seu passado em comum as manterá unidas para sempre. Mas ela logo descobre que seu mundo é muito mais complicado do que imaginava. Enquanto Benita começa uma relação clandestina com um ex-soldado nazista, Ania luta para esconder seu passado do julgamento de Marianne. As três mulheres devem encarar o fato de que todas receberam três vidas: uma antes da guerra; outra, durante; e finalmente sua vida após a guerra, na qual elas devem carregar cada um seu próprio fardo.

R$49,90

O menino do vagão

Uma fantástica história de amizade nascida através do sacrifício e da necessidade de sobreviver durante a Segunda Guerra Mundial.
Durante a ocupação nazista na Holanda, Noa, uma jovem de apenas 16 anos, engravida de um soldado alemão. Contra a sua vontade, ela é obrigada a entregar seu bebê recém-nascido para a adoção e é praticamente abandonada em um cenário de guerra e destruição. Em busca de abrigo, ela chega em uma pequena estação de trem no interior da Alemanha onde, em troca de comida e um lugar para dormir, ela passa a trabalhar.
Até que em uma fria noite de inverno, Noa descobre um vagão de trem repleto de crianças judias roubadas de seus pais, com destino a um campo de concentração. Em um momento que mudará toda a sua vida, ela decide salvar um dos bebês judeus. E, talvez, recuperar a esperança que foi levada junto com o seu filho. Começa assim, a sua jornada em busca da liberdade.
Em O menino do vagão, Pam Jenoff constrói personagens inesquecíveis e emocionantes para nos oferecer o poder que só uma ficção poderosa consegue criar: o olhar do passado para refletirmos o futuro e o que significa, verdadeiramente, sermos humanos.

R$39,90