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A queda

Em seis contos inéditos, Don Winslow percorre as linhas embaçadas separam a lei e seu cumprimento, contando histórias de policiais e bandidos incrivelmente reais, que mostram que a divisão entre o bem e o mau pode não ser tão clara.Na paisagem de Nova Orleans, os irmãos e policiais Jimmy e Danny McNabb lutam contra o crime até que uma tragédia acontece e um deles parte em busca de vingança contra um poderoso traficante em “Despedaçado”.”Crime 101″ nos apresenta um ladrão de joias muito paciente e sábio, tão cuidadoso no planejamento quanto na execução do crime, cometendo-os em jurisdições diferentes, sem levantar suspeitas – exceto as de um policial em San Diego.Em “O zoológico de San Diego”, Chris Shea, um homem da patrulha do zoológico enfrenta um chimpanzé que aterroriza os visitantes com um revólver. Mas como o animal conseguiu a arma?Um surfista infringe as condições de sua fiança em “Pôr do sol” e é perseguido pelo implacável fiador.No Havaí, o trio de amigos Ben, Chon e O se encontram para uma viagem que junta negócios e prazer e acabam por descobrir que sua mera presença desequilibra o tráfico local em “Paraíso”.Em “A última volta”, um policial se vê impressionado por uma menina detida e fica determinado a reuni-la com a mãe apesar dos riscos dessa missão.Ao lançar o olhar para todas as almas perdidas que dirigem sem farol pela estrada do crime nos Estados Unidos, Winslow traz histórias de personagens sombrios, em conflito com suas próprias identidades nesse intricado jogo que é o mundo do crime.

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O álbum branco

, O álbum branco,

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O ano do pensamento mágico

“Após terem visitado sua única filha, Quintana, internada depois de sofrer de pneumonia seguida por um choque séptico, Joan Didion e seu marido, o escritor e diretor John Gregory Dunne, sentam-se para jantar. A noite é interrompida quando John sofre um ataque cardíaco fulminante, colocando fim na parceria de quarenta anos com Didion. Dois meses depois, Quintana se recupera – apenas para sofrer um colapso no aeroporto de Los Angeles e passar por seis horas de cirurgia para remover um hematoma cerebral.Em , Joan Didion explora uma experiência pessoal e, ainda assim, universal: o retrato de uma vida em comum que termina abruptamente, os bons e os maus momentos de um casamento e da maternidade, capaz de emocionar qualquer pessoa que já amou um cônjuge ou uma criança. ”

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O inimigo do povo

Jim Acosta nunca quis ser a notícia. Como um repórter veterano, famoso por fazer perguntas difíceis e diretas, ele passou pela cobertura da corrida presidencial de Trump achando que já tinha visto de tudo. No entanto, enquanto Trump se preparava para assumir o cargo, o jornalista se encontrou em território inexplorado: estava relutante em tolerar os inúmeros ataques do novo presidente à imprensa e à emissora onde trabalha, a CNN. Em pouco tempo, ele estava no centro da guerra do presidente à mídia. O que começou durante a campanha e se estendeu até depois de Trump ser eleito tomou proporções drásticas durante os dois primeiros anos do governo, conforme as consequências de confrontar Trump e os perigos pessoais para os jornalistas que o desafiavam se tornavam cada dia mais extremos.
Em O inimigo do povo, Acosta revela pela primeira vez a história completa de sua experiência cobrindo a campanha de Trump e seus primeiros anos de governo, oferecendo um relato privilegiado da forma como o líder dos Estados Unidos utilizou a guerra à mídia para abalar a própria democracia norte-americana. Nos bastidores das grandes histórias e dos escândalos da administração de Trump, Acosta destrincha as mentiras ditas e vai além ao mostrar o verdadeiro custo da retórica que despertou as mais sinistras forças políticas do país. O repórter também retrata como é ser o correspondente mais odiado pelo presidente e por que diante de tantos ataques adotou uma estratégia controversa que o colocou em um enorme risco profissional e pessoal, se tornando um alvo para a vingança da Casa Branca.
Comentando entrevistas, transcrições, conflitos e discussões com algumas das figuras mais emblemáticas do governo americano — como Sean Spicer, Jared Kushner, Sarah Huckabee Sanders, Reince Priebus, Steve Bannon e Stephen Miller, apenas para nomear alguns —, o resultado é uma perturbadora e oportuna crônica sobre as dificuldades diárias de cobrar a Casa Branca a cumprir sua palavra e se responsabilizar por suas ações. Em um momento em que a hostilidade em relação à mídia atingiu níveis alarmantes e ameaças físicas a jornalistas estão se tornando cada vez mais comuns, este livro é um lembrete necessário de que os fatos importam, e que, mesmo sendo um momento perigoso para dizer a verdade, ela, hoje, é mais importante do que nunca.

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Perfis de coragem

Em 1955, John F. Kennedy, então senador dos Estados Unidos, escolheu oito de seus colegas históricos e escreveu um perfil sobre cada um deles, com enfoque em seus atos de integridade surpreendente quando confrontados com uma oposição ferrenha. Alguns desses heróis são John Quincy Adams, Daniel Webster, Thomas Hart Benton e Robert A. Taft.
Vencedor do Pulitzer de 1957, Perfis de Coragem ressoa com lições atemporais sobre a mais valorizada das virtudes e é um lembrete poderoso da força do espírito humano.
“Meus pais acreditavam que heróis realmente existem e que todos podem aprender com seus exemplos. Os heróis de meu pai eram homens e mulheres dispostos a arriscar suas carreiras para fazer o que era certo para o país. Perfis de coragem narra as histórias dessas pessoas.”Caroline Kennedy
“Se há uma lição a ser tirada das vidas dos homens que John Kennedy retrata neste livro, se há uma lição a ser tirada de sua vida e de sua morte, é que no nosso mundo ninguém pode se dar ao luxo de ser apenas um observador, um crítico à margem de tudo.”Robert F. Kennedy
“Meu pai ensinou a todos nós que nunca se é velho ou novo demais para o serviço público. O desafio lançado pelo presidente Kennedy em sua cerimônia de posse – “Não pergunte o que seu país pode fazer por você, mas sim o que você pode fazer por seu país” – resumiu sua vida e sua carreira, e continua tão verdadeiro hoje quanto há quarenta anos. Para mim, o legado de seu governo permanece vivo nos milhares de americanos que foram inspirados por ele e que se envolveram em suas comunidades, escolas, vizinhanças, fazendo parte do Movimento dos Direitos Civis e do Corpo da Paz. Os Estados Unidos foram transformados pela energia e pela dedicação de uma geração. Agora, cabe a nós redefinir esse compromisso a cada época.”Caroline Kennedy

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Uma guerra americana

Uma distopia na tradição de The handmaid’s tale… um romance magnífico e uma heroína que nos mostra uma possível visão do futuro…
O ano é 2074. Uma guerra por combustíveis explode nos Estados Unidos após a desastrosa combinação de uma mudança climática ignorada pelos líderes mundiais e uma política conservadora e autoritária.
Sarat Chestnut, nascida em Louisiana, é só uma menina de 6 anos quando o terror da guerra invade a sua casa. Tudo o que a envolve – a disputa pelos combustíveis, a cidade destruída e os drones que voam pelo céu – é um prelúdio para um horror maior: a morte de seu pai e a marcha do que sobrou de sua família para um campo de concentração. Mas é nesse lugar, influenciada por um estranho funcionário local, que Sarat se transforma em um instrumento mortal de guerra. Sarat se tornará a peça chave que moldará o futuro do planeta, não sem antes destruir a vida de muitas outras pessoas.
Uma guerra americana é a história de uma nação contada da perspectiva extremamente particular de uma família, e das emoções e decisões desesperadas que são tomadas quando a prioridade é a sobrevivência.
“Sem dúvidas, Uma guerra americana deve ser lido como um alerta.”The Independent

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