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Mentiras no divã

Seymour Trotter, um psicanalista de sucesso, adepto de técnicas nem um pouco ortodoxas, inicia um jogo erótico com uma paciente quarenta anos mais jovem. O tratamento alternativo parece tirá-la de uma rotina de promiscuidade e autoflagelação. Porém, isso não impede Trotter de ser investigado e, prestes a ser proibido de clinicar, ele revela suas motivações a Ernest Lash, do Comitê de Ética. A conversa acaba por mudar completamente as direções da carreira de Lash, que começa a trabalhar com psicoterapia.
Lash, então, aprende a domar os próprios anseios por meio da terapia – a mesma que usa para entrar no recanto mais íntimo da vida de seus pacientes, entre eles, um homem tímido e obsessivo que, após anos de consultas, decide se separar da esposa, Carolyn. Com um histórico de passagens malsucedidas por analistas abusivos durante a juventude, a advogada não se conforma com a decisão do marido, e decide se vingar do dr. Lash, elaborando um plano para arruinar a vida do médico: contratá-lo e seduzi-lo.
Ernest fica tentado, mas consegue resistir ao charme de Carolyn. Além disso, é capaz de analisar seu verdadeiro eu e, por trás de todas as camadas de mentiras e ilusões, transforma Carolyn em uma paciente real. Ela, por sua vez, consegue extrair das palavras do terapeuta conselhos úteis que oferece a um de seus clientes: Marshal Streider, supervisor e mentor de Ernest.
Mentiras no divã é um livro cativante e emocionante, que prende os leitores em uma trama construída de forma magistral sobre as surpresas da humanidade e uma fé redentora.

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O homem e seus símbolos

“A obra de Jung pode ser vista como um esforço de resgate e tradução. Na tentativa de compreender seu mundo interno, e o de seus pacientes, ele procurou resgatar o universo simbólico humano que habitualmente se encontra sob o poder das religiões, dos místicos ou das filosofias orientais. Jung foi um escritor prolífico.”Folha de S. Paulo”Jung cumpriu uma trajetória em que, a partir dos cacos a que a psicanálise freudiana reduzira o sentimento religioso, pretendeu reconstruir um misticismo possível para o século XX.”VejaQuando alguma coisa escapa da nossa consciência, essa coisa não deixou de existir, do mesmo modo que um automóvel que desaparece na esquina não se desfez no ar. Apenas o perdemos de vista. Assim como podemos, mais tarde, ver novamente o carro, também reencontramos pensamentos temporariamente perdidos.Parte do inconsciente consiste, portanto, de uma profusão de pensamentos, imagens e impressões provisoriamente ocultos e que, apesar de terem sido perdidos, continuam a influenciar nossas mentes conscientes. Um homem desatento ou “distraído” pode atravessar uma sala para buscar alguma coisa. Ele para, parecendo perplexo; esqueceu o que buscava. Suas mãos tateiam pelos objetos de uma mesa como se fosse um sonâmbulo; não se lembra do seu objetivo inicial, mas ainda se deixa, inconscientemente, guiar por ele. Percebe então o que queria. Foi o seu inconsciente que o ajudou a se lembrar.

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