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O Pequeno Príncipe para crianças pequenas

Chega às livrarias uma edição de um clássico universal dedicada especialmente aos leitores mais novos — que ainda nem aprenderam a ler, mas que irão se encantar com as ilustrações de Saint-Exupéry enquanto ouvem dos pais a história do Pequeno Príncipe em sua viagem em busca de um amigo. Para leitores de 0 a 6 anos de idade.

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Se você é tão esperto, por que não é feliz

Quantas pessoas são realmente felizes?E você, é feliz de verdade?
Por definição, pessoas espertas possuem QI alto, habilidade, habilidade e determinação para contornar situações difíceis. Por isso, esperamos que elas sejam capazes de atingir suas metas, especialmente as mais importantes. Já que a conquista da felicidade é a mais importante de todas elas, é de se esperar que os mais espertos sejam os mais felizes. Mas estudos mostram que isso não acontece. Por quê?
Em Se você é esperto, por que não é feliz?, Raj Raghunathan prova que justamente as qualidades que fazem de alguém uma pessoa inteligente – seu intelecto, sua determinação e seu conhecimento – se tornam grandes obstáculos em sua conquista da felicidade. Pessoas espertas não são infelizes apesar de suas inteligência, mas por causa dela.
Com um texto direto e entrevistas com especialistas nas áreas de negócios e psicologia, este livro te ensinará que não é preciso abrir mão da felicidade para chegar ao topo, e que até as pessoas mais espertas e ambiciosas podem vencer na vida sem sacrificar sua satisfação pessoal.

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O homem e seus símbolos

“A obra de Jung pode ser vista como um esforço de resgate e tradução. Na tentativa de compreender seu mundo interno, e o de seus pacientes, ele procurou resgatar o universo simbólico humano que habitualmente se encontra sob o poder das religiões, dos místicos ou das filosofias orientais. Jung foi um escritor prolífico.”Folha de S. Paulo”Jung cumpriu uma trajetória em que, a partir dos cacos a que a psicanálise freudiana reduzira o sentimento religioso, pretendeu reconstruir um misticismo possível para o século XX.”VejaQuando alguma coisa escapa da nossa consciência, essa coisa não deixou de existir, do mesmo modo que um automóvel que desaparece na esquina não se desfez no ar. Apenas o perdemos de vista. Assim como podemos, mais tarde, ver novamente o carro, também reencontramos pensamentos temporariamente perdidos.Parte do inconsciente consiste, portanto, de uma profusão de pensamentos, imagens e impressões provisoriamente ocultos e que, apesar de terem sido perdidos, continuam a influenciar nossas mentes conscientes. Um homem desatento ou “distraído” pode atravessar uma sala para buscar alguma coisa. Ele para, parecendo perplexo; esqueceu o que buscava. Suas mãos tateiam pelos objetos de uma mesa como se fosse um sonâmbulo; não se lembra do seu objetivo inicial, mas ainda se deixa, inconscientemente, guiar por ele. Percebe então o que queria. Foi o seu inconsciente que o ajudou a se lembrar.

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