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A quarta reação: Como a necessidade de agradar nasce do trauma e nos desconecta de quem somos
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Ao enfrentar uma situação estressante ou perigosa, o cérebro escolhe a reação que oferece a maior chance de sobrevivência. Normalmente reagimos lutando, fugindo ou ficando paralisados quando lidamos com o impacto de um trauma. Mas há uma quarta reação ainda mais comum, embora pouco compreendida: a bajulação.
Em busca de segurança, os bajuladores elogiam, apaziguam e agradam na tentativa de controlar os humores e evitar danos maiores. Ao mesmo tempo, distanciam-se de sua identidade, privilegiando as necessidades, expectativas e desejos dos outros em detrimento de si — mesmo em situações graves como em casos de abuso sexual.
Essa necessidade de agradar apresenta características socialmente positivas — inteligência, generosidade, bondade — e negativas — baixa autoestima, ansiedade, dificuldades relacionais. Ela se manifesta nas relações profissionais, sociais, familiares, amorosas e sexuais. Também explica por que insistimos em empregos ruins, relacionamentos tóxicos e ambientes disfuncionais.
Em busca de segurança, os bajuladores elogiam, apaziguam e agradam na tentativa de controlar os humores e evitar danos maiores. Ao mesmo tempo, distanciam-se de sua identidade, privilegiando as necessidades, expectativas e desejos dos outros em detrimento de si — mesmo em situações graves como em casos de abuso sexual.
Essa necessidade de agradar apresenta características socialmente positivas — inteligência, generosidade, bondade — e negativas — baixa autoestima, ansiedade, dificuldades relacionais. Ela se manifesta nas relações profissionais, sociais, familiares, amorosas e sexuais. Também explica por que insistimos em empregos ruins, relacionamentos tóxicos e ambientes disfuncionais.
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Ao enfrentar uma situação estressante ou perigosa, o cérebro escolhe a reação que oferece a maior chance de sobrevivência. Normalmente reagimos lutando, fugindo ou ficando paralisados quando lidamos com o impacto de um trauma. Mas há uma quarta reação ainda mais comum, embora pouco compreendida: a bajulação.
Em busca de segurança, os bajuladores elogiam, apaziguam e agradam na tentativa de controlar os humores e evitar danos maiores. Ao mesmo tempo, distanciam-se de sua identidade, privilegiando as necessidades, expectativas e desejos dos outros em detrimento de si — mesmo em situações graves como em casos de abuso sexual.
Essa necessidade de agradar apresenta características socialmente positivas — inteligência, generosidade, bondade — e negativas — baixa autoestima, ansiedade, dificuldades relacionais. Ela se manifesta nas relações profissionais, sociais, familiares, amorosas e sexuais. Também explica por que insistimos em empregos ruins, relacionamentos tóxicos e ambientes disfuncionais.
Em busca de segurança, os bajuladores elogiam, apaziguam e agradam na tentativa de controlar os humores e evitar danos maiores. Ao mesmo tempo, distanciam-se de sua identidade, privilegiando as necessidades, expectativas e desejos dos outros em detrimento de si — mesmo em situações graves como em casos de abuso sexual.
Essa necessidade de agradar apresenta características socialmente positivas — inteligência, generosidade, bondade — e negativas — baixa autoestima, ansiedade, dificuldades relacionais. Ela se manifesta nas relações profissionais, sociais, familiares, amorosas e sexuais. Também explica por que insistimos em empregos ruins, relacionamentos tóxicos e ambientes disfuncionais.
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