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Vozes Amarelas
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A identidade é construída a todo momento: quem é você, do que gosta, quais são suas bases. É um processo que mistura passado e presente para formar um indivíduo único, independente.
Esse processo torna-se ainda mais difícil quando a sociedade inteira o enxerga como “o outro”, quando encontrar a própria identidade significa reconhecer-se uma pessoa racializada em um lugar que desconsidera as individualidades e a alegria de encontrar espaços de acolhimento.
As histórias apresentadas em Vozes amarelas são ao mesmo tempo particulares e comuns à realidade de muitas pessoas amarelas no Brasil. Com muita sensibilidade, Monge Han traz suas já conhecidas cores vibrantes e os característicos três olhinhos para compartilhar reflexões fundamentais sobre preconceito, identidade, ancestralidade e respeito.
“Cada página desse livro é um convite à emoção, sensibilidade e transformação social.” – Ana Hikari, atriz e comunicadora
Esse processo torna-se ainda mais difícil quando a sociedade inteira o enxerga como “o outro”, quando encontrar a própria identidade significa reconhecer-se uma pessoa racializada em um lugar que desconsidera as individualidades e a alegria de encontrar espaços de acolhimento.
As histórias apresentadas em Vozes amarelas são ao mesmo tempo particulares e comuns à realidade de muitas pessoas amarelas no Brasil. Com muita sensibilidade, Monge Han traz suas já conhecidas cores vibrantes e os característicos três olhinhos para compartilhar reflexões fundamentais sobre preconceito, identidade, ancestralidade e respeito.
“Cada página desse livro é um convite à emoção, sensibilidade e transformação social.” – Ana Hikari, atriz e comunicadora
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As histórias apresentadas em Vozes amarelas são ao mesmo tempo particulares e comuns à realidade de muitas pessoas amarelas no Brasil. Com muita sensibilidade, Monge Han traz suas já conhecidas cores vibrantes e os característicos três olhinhos para compartilhar reflexões fundamentais sobre preconceito, identidade, ancestralidade e respeito.
“Cada página desse livro é um convite à emoção, sensibilidade e transformação social.” – Ana Hikari, atriz e comunicadora
Esse processo torna-se ainda mais difícil quando a sociedade inteira o enxerga como “o outro”, quando encontrar a própria identidade significa reconhecer-se uma pessoa racializada em um lugar que desconsidera as individualidades e a alegria de encontrar espaços de acolhimento.
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